O investimento para aquisição de medicamento de uso contínuo dentro do Programa de Atenção ao Idoso de Rio do Sul aumentou em quase três vezes desde a implantação, no ano de 2005. Em seis anos, o valor para compra dos remédios sofreu um incremento de 195%.
Isso se deve ao aumento no número de idosos atendidos – que começou com um grupo de 1,1 mil pessoas e hoje chega à casa dos três mil. Além disso, o programa oferece medicamentos além dos existentes na Farmácia Básica do município, estes de custo mais elevado que os demais.
Dos 70 medicamentos que hoje são destinados aos idosos incluídos no programa municipal, apenas 19 podem ser comprados com recursos advindos do governo estadual ou federal. Os demais (51) são financiados apenas com recursos municipais, e estes, normalmente são mais caros.
A aplicação anual do dinheiro em medicamento é uma meta da Secretaria de Saúde desde 2005 e, segundo a Secretária Mirian Silva, faz parte de um grupo de fatores que ajudaram a reduzir as taxas de internações e até mesmo de óbitos da população acima de 60 anos ou mais na última década em Rio do Sul.
Em princípio, é possível afirmar que muitas das pessoas incluídas no Programa de Atenção ao Idoso conseguem ter um aumento da qualidade de vida por economizarem relativa quantia com a aquisição dos medicamentos de uso contínuo. Alguns tratamentos para problemas pulmonares, por exemplo, exigem uma combinação de remédios que somam investimentos de R$ 160 ao mês para o consumidor. Já o tratamento para artrose, custa R$ 270.
Além disso, muitos dos pacientes recebem combinações de medicamentos para tratamentos específicos ou várias doenças, o que gera custos ainda mais altos, mas sem interferir na renda dos idosos beneficiados.
A adesão do Programa de Atenção ao Idoso não envolve apenas o recebimento do remédio em domicílio ou na Farmácia Central da Policlínica de Referência Regional. Está também atrelado ao compromisso do idoso de se dispor a participar de grupos terapêuticos nas unidades de saúde ou dos programas de controle do tabagismo. Exige-se ainda o compromisso com a própria saúde (uso correto dos medicamentos e hábitos de vida saudáveis), além de realizar, a cada seis meses, consultas médicas verificando a eficácia do tratamento com os medicamentos disponibilizados.
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Taxa de mortalidade de idosos caiu nos últimos anos
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O índice de óbitos por faixa etária relativo ao ano de 2010 ainda não foi apresentado pela Secretaria Estadual da Saúde de Santa Catarina, mas a expectativa é de que o índice deva se manter na média dos últimos cinco anos, e as principais causas de mortes de idosos em Rio do Sul poderão estar ainda mais baixas.
Ao comparar um levantamento feito pela coordenação do Programa de Atenção ao Idoso, entre 2005 e 2009, houve 65% de queda na taxa de óbitos por problemas de doenças endócrinas, nutricionais ou metabólicas, (diabetes, obesidade, colesterol elevado ou desnutrição), 18% menos mortes por problemas do aparelho circulatório e 30% de redução para doenças do aparelho respiratório.
O diabetes, por exemplo, foi uma das situações que mais contribuíram para a redução nos casos das doenças endócrinas, com 73% menos óbitos neste grupo. A qualidade de vida, hábitos alimentares e físicos, a melhor orientação dos profissionais de saúde, distribuição de medicamentos e o aumento do poder aquisitivo são fatores que ajudam com a diminuição gradativa.
Em todas as faixas etárias calculadas (60 a 69 anos, 70 a 79 e mais de 80 anos), a média de óbitos de idosos em Rio do Sul é menor do que a registrada em Santa Catarina, estado que é o segundo no ranking da expectativa de vida no país segundo o IBGE. O índice catarinense ficou em 75,5 anos, perdendo apenas para o Distrito Federal (75,6 anos). A média nacional está em 72,3 anos.
Isso se deve ao aumento no número de idosos atendidos – que começou com um grupo de 1,1 mil pessoas e hoje chega à casa dos três mil. Além disso, o programa oferece medicamentos além dos existentes na Farmácia Básica do município, estes de custo mais elevado que os demais.
Dos 70 medicamentos que hoje são destinados aos idosos incluídos no programa municipal, apenas 19 podem ser comprados com recursos advindos do governo estadual ou federal. Os demais (51) são financiados apenas com recursos municipais, e estes, normalmente são mais caros.
A aplicação anual do dinheiro em medicamento é uma meta da Secretaria de Saúde desde 2005 e, segundo a Secretária Mirian Silva, faz parte de um grupo de fatores que ajudaram a reduzir as taxas de internações e até mesmo de óbitos da população acima de 60 anos ou mais na última década em Rio do Sul.
Em princípio, é possível afirmar que muitas das pessoas incluídas no Programa de Atenção ao Idoso conseguem ter um aumento da qualidade de vida por economizarem relativa quantia com a aquisição dos medicamentos de uso contínuo. Alguns tratamentos para problemas pulmonares, por exemplo, exigem uma combinação de remédios que somam investimentos de R$ 160 ao mês para o consumidor. Já o tratamento para artrose, custa R$ 270.
Além disso, muitos dos pacientes recebem combinações de medicamentos para tratamentos específicos ou várias doenças, o que gera custos ainda mais altos, mas sem interferir na renda dos idosos beneficiados.
A adesão do Programa de Atenção ao Idoso não envolve apenas o recebimento do remédio em domicílio ou na Farmácia Central da Policlínica de Referência Regional. Está também atrelado ao compromisso do idoso de se dispor a participar de grupos terapêuticos nas unidades de saúde ou dos programas de controle do tabagismo. Exige-se ainda o compromisso com a própria saúde (uso correto dos medicamentos e hábitos de vida saudáveis), além de realizar, a cada seis meses, consultas médicas verificando a eficácia do tratamento com os medicamentos disponibilizados.
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Taxa de mortalidade de idosos caiu nos últimos anos
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O índice de óbitos por faixa etária relativo ao ano de 2010 ainda não foi apresentado pela Secretaria Estadual da Saúde de Santa Catarina, mas a expectativa é de que o índice deva se manter na média dos últimos cinco anos, e as principais causas de mortes de idosos em Rio do Sul poderão estar ainda mais baixas.
Ao comparar um levantamento feito pela coordenação do Programa de Atenção ao Idoso, entre 2005 e 2009, houve 65% de queda na taxa de óbitos por problemas de doenças endócrinas, nutricionais ou metabólicas, (diabetes, obesidade, colesterol elevado ou desnutrição), 18% menos mortes por problemas do aparelho circulatório e 30% de redução para doenças do aparelho respiratório.
O diabetes, por exemplo, foi uma das situações que mais contribuíram para a redução nos casos das doenças endócrinas, com 73% menos óbitos neste grupo. A qualidade de vida, hábitos alimentares e físicos, a melhor orientação dos profissionais de saúde, distribuição de medicamentos e o aumento do poder aquisitivo são fatores que ajudam com a diminuição gradativa.
Em todas as faixas etárias calculadas (60 a 69 anos, 70 a 79 e mais de 80 anos), a média de óbitos de idosos em Rio do Sul é menor do que a registrada em Santa Catarina, estado que é o segundo no ranking da expectativa de vida no país segundo o IBGE. O índice catarinense ficou em 75,5 anos, perdendo apenas para o Distrito Federal (75,6 anos). A média nacional está em 72,3 anos.

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