O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta semana o balanço oficial da criação de empregos com carteira assinada nos municípios de Santa Catarina em 2010. O número de contratações em Rio do Sul no ano passado foi de 16.749, e o de desligamentos, 14.591, gerando um saldo de 2.158 empregos, o mais alto desde quando o sistema do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho começou a fazer este levantamento por municípios em 1999.
O resultado coloca Rio do Sul no segundo lugar no ranking estadual com maior índice de emprego per capita entre municípios com mais de 30 mil habitantes. Foram criados 35,26 empregos novos para cada mil habitantes de Rio do Sul, pouco menos que Concórdia, a primeira colocada nesta lista, com 35,74 empregos para cada mil habitantes.
Pelo saldo geral, Rio do Sul foi o 14º maior gerador de empregos novos em Santa Catarina. O setor que mais criou novas vagas foi o de serviços, com 1.017 postos de trabalho com carteira assinada. A indústria de transformação teve balanço positivo em 736 empregos, seguido o comércio, com 315. A agropecuária teve 87 admissões e 98 desligamentos, o que resulta em saldo negativo de 11.
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Ministério muda metodologia e crescimento se acentua
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Rio do Sul evoluiu em grande proporção no número de admissões e desligamentos em 2010, tanto que existe um contraste acentuado no comparativo dos números divulgados pelo Ministério do Trabalho no ano passado em relação a qualquer outro ano anterior. Em 2010, foram 16.749 admissões, e em 2009 e 2008, 3.478 e 2.416, respectivamente, sendo que nestes anos foram períodos em que a geração de emprego esteve a todo vapor na cidade.
Uma das explicações que o Ministério do Trabalho dá para este fenômeno é a mudança no formato de contabilização dos resultados do ano. O ministro do Trabalho Carlos Lupi explicou na semana passada que para o país atingir a meta de 2,5 milhões de empregos criados no ano passado, foram contabilizados pela primeira vez, empregos relatados fora do prazo de entrega. Muitas empresas se atrasam ao repassar ao Ministério do Trabalho a quantidade de admissões e demissões e este balanço é atualizado somente em maio do ano seguinte, junto com os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Esta nova conta somou mais 387 mil trabalhadores às estatísticas nacionais.
Este argumento do ministro pode ser um dos fatores decisivos para que o número de admissões e desligamentos de emprego em Rio do Sul tenha sido tão grande em 2010, diferente de anos anteriores. Somente no primeiro trimestre do ano passado, por exemplo, foram efetuadas 4.614 contratações e 3.487 demissões em Rio do Sul, também de acordo com balanço do Ministério do Trabalho."Normalmente, esperávamos coletar todos os dados fora do prazo e só juntava com os dados finais da Rais (divulgados no fim de maio), que são os dados ampliados. São dados mais próximos da fotografia real do mercado”, declarou à época, o Ministro.
O resultado coloca Rio do Sul no segundo lugar no ranking estadual com maior índice de emprego per capita entre municípios com mais de 30 mil habitantes. Foram criados 35,26 empregos novos para cada mil habitantes de Rio do Sul, pouco menos que Concórdia, a primeira colocada nesta lista, com 35,74 empregos para cada mil habitantes.
Pelo saldo geral, Rio do Sul foi o 14º maior gerador de empregos novos em Santa Catarina. O setor que mais criou novas vagas foi o de serviços, com 1.017 postos de trabalho com carteira assinada. A indústria de transformação teve balanço positivo em 736 empregos, seguido o comércio, com 315. A agropecuária teve 87 admissões e 98 desligamentos, o que resulta em saldo negativo de 11.
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Ministério muda metodologia e crescimento se acentua
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Rio do Sul evoluiu em grande proporção no número de admissões e desligamentos em 2010, tanto que existe um contraste acentuado no comparativo dos números divulgados pelo Ministério do Trabalho no ano passado em relação a qualquer outro ano anterior. Em 2010, foram 16.749 admissões, e em 2009 e 2008, 3.478 e 2.416, respectivamente, sendo que nestes anos foram períodos em que a geração de emprego esteve a todo vapor na cidade.
Uma das explicações que o Ministério do Trabalho dá para este fenômeno é a mudança no formato de contabilização dos resultados do ano. O ministro do Trabalho Carlos Lupi explicou na semana passada que para o país atingir a meta de 2,5 milhões de empregos criados no ano passado, foram contabilizados pela primeira vez, empregos relatados fora do prazo de entrega. Muitas empresas se atrasam ao repassar ao Ministério do Trabalho a quantidade de admissões e demissões e este balanço é atualizado somente em maio do ano seguinte, junto com os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Esta nova conta somou mais 387 mil trabalhadores às estatísticas nacionais.
Este argumento do ministro pode ser um dos fatores decisivos para que o número de admissões e desligamentos de emprego em Rio do Sul tenha sido tão grande em 2010, diferente de anos anteriores. Somente no primeiro trimestre do ano passado, por exemplo, foram efetuadas 4.614 contratações e 3.487 demissões em Rio do Sul, também de acordo com balanço do Ministério do Trabalho."Normalmente, esperávamos coletar todos os dados fora do prazo e só juntava com os dados finais da Rais (divulgados no fim de maio), que são os dados ampliados. São dados mais próximos da fotografia real do mercado”, declarou à época, o Ministro.

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